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UMA VIDA DEDICADA À CULTURA E À INCLUSÃO SOCIAL.

Por Fausto Amaral

Giovander Silveira, Produtor Cultural, Empresário e Apaixonado por Cultura.

Com seus mais de 20 anos de experiência na área de Telecomunicações, o Produtor Cultural, mobilizador comunitário e Presidente da Associação Brasileira de Empresas de Telecomunicações e Melhoramento e Imagens e Atividades Afins (Abetelmim), e Presidente da Associação Cultural de Ritápolis-MG (ACRMG) Giovander Silveira, traz em sua vida um vasto currículo de atividades que contribuíram em contribuem para democratização da informação e preservação cultural do nosso país.

O mineiro de Ritápolis foi delegado nas primeiras conferências municipal/RJ, estadual/RJ e Nacional do Brasil, palestrante no Fórum de Comunicação Comunitária FOCCO, realizada na Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Rio de Janeiro. Foi um dos responsáveis pela criação do projeto de lei nº 4904/2001 que cria o serviço de distribuição de TV aberta às comunidades de baixa renda, participou do debate e foi palestrante no Congresso Nacional, Conselho de Comunicação Social (CCS) Pauta Plano Geral de Metas de Qualidade para os Serviços de Comunicação Eletrônica de Massa por Assinatura (PGMQ-SCEMA), elaborado pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), participou de todo debate da nova lei de TV por assinatura (SeaC) que possibilitou abertura no mercado, criando acesso a Micro e pequenos empreendedores, gerando vários campos de trabalho e acesso a informação.

  Fundador e idealizador do Portal Espaço Line, um portal de comunicação que abre portas a jovens e adultos que geram conteúdos em diversas comunidades locais em Jandira/SP, Santos Dumont/MG, Penedo/MG e Rio de Janeiro.

Embora essa diversidade de atividades que contornam sua vida, a “menina dos olhos” de Giovander é sem dúvida o Festival Cultural de Penedo/MG, um evento criado com o propósito de resgatar Costumes e Tradições de uma Comunidade Interiorana e Rural da Cidade de Ritápolis/MG, prospectando valores na sua linha do tempo que contempla a formação da Comunidade daquele local até os dias atuais.

Giovander vê como de extrema importância “produzir um acervo imaterial de atividades e rituais cotidianos que servirão de exemplos e interpretações das futuras gerações, idealizados por pessoas que moram e moraram naquela comunidade, inclusive eu mesmo”.

A primeira edição do festival foi realizada em 2012. Nas oito edições, foram contabilizadas várias ações que contribuíram para o resgate da memória, costumes e tradições desta acolhedora e simpática Comunidade do Penedo: “refletimos sobre a origem, a formação e a caracterização da Comunidade do Penedo que nos levaram a pesquisar e estudar ao longo dos festivais o principal ciclo econômico da comunidade que foi e ainda continua impactando sobre seus moradores - o extrativismo” – afirma Silveira.

O produtor recebeu recentemente a medalha da Comenda da Liberdade, medalha esta que destina-se a condecorar cidadãos mineiros, brasileiros e estrangeiros que se destacam em prol do incentivo, apoio e divulgação das atividades relacionadas à Liberdade, à Cidadania, à Responsabilidade Social, à Cultura, à Preservação Ecológica e Ambiental, à História, ao Civismo, e, além do desenvolvimento sócio-econômico, turístico e cultural da Região do Rio das Mortes em Minas Gerais, engrandecendo e dignificando os Municípios Ritápolis, São João Del Rei e Tiradentes, o Estado de Minas Gerais e o País.

Em nosso encontro no carnaval de 2020 na cidade de Ritápolis/MG, o conterrâneo do Mártir Joaquim José da Silva Xavier – o Tiradentes – refirmou o avanço na cultura local da cidade e seu compromisso em continuar batalhando para inclusão social e democratização da informação em Minas e no Brasil: “é com muita felicidade que vejo o avanço na cultura local, sabendo que minha contribuição tem sido importante para que possamos preservar e incrementar todas as riquezas culturais que nossa região abrigou e continua abrigando”.

Com os olhos cheios de lágrimas, despediu-se indo em direção ao “Enterro do Zé Pereira” um Bloco Carnavalesco que passava naquele instante, disparando os flashes de sua câmera fotográfica para registrar aquele momento, afinal, trata-se de um homem apaixonado por cultura.

 

Artes Márcias historias: Atemi jitsu parte traumática do jiu jitsu. Família Kalabar dominam a arte, na cidade do Rio de Janeiro/RJ Brasil.

Atemi Jitsu. 

Atemi jitsu parte traumática do jiu jitsu.

É um complexo sistema de defesa pessoal. Sua base de combate são golpes traumáticos (ATEMIS) desferidos sempre, em contra ataques. Como a filosofia do praticante de Atemi Jitsu é a da não agressão, luta sempre contragolpeando, as esquivas, bloqueios e antecipações, são treinadas exaustivamente.  

​Técnicas de combate agarrado em pé e no chão, chaves, torções e pinçamentos, também fazem parte do plano de treinamento. Porém, a ênfase está nos Atemis que compõem 80 % da estrutura das aulas.

O Atemi Jitsu  não tem golpes bonitos, plásticos. Estes são simples e diretos. Despe o combate de todos os enfeites. A economia de movimentos é que o torna surpreendente. Seu praticante luta relaxado porem atento. Às vezes confunde o oponente passando fragilidade para atrair um golpe descuidado. Outras vezes intimida com um olhar vazio, sem emoções. Poderá estar estruturado em uma forte base de combate ou totalmente exposto, sem nenhuma posição que leve a identificá-lo como lutador. Procura a conciliação, mas, se tiver que lutar utilizará todos os recursos disponíveis para a proteção da sua integridade física.

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https://www.atemijitsukalabar.com/

https://www.youtube.com/channel/UC7-zHOl0YkFPzhY3sPameNA

       

 

O golpe, para que tenha o espetacular e desconcertante efeito de um Atemi, deve ser composto de quatro pontos:

1) Utilização da menor área possível de uma das armas naturais do corpo humano.

2) Máxima velocidade.

3) Exato momento do foco.

4) Atingir somente pontos vitais.

Um atemi eficaznão poderá ser aplicado somente com a força da arma que golpeia. Para que o momento do impacto seja firme, consistente, penetrante e ter a capacidade de quebrar partes rígidas como ossos ou, destruir e esmagar as partes moles como cartilagens e tecidos gelatinosos; ombros, quadris e pernas se movimentam arremessando o golpe na direção do ponto a ser atingido.

 Todas as explosões musculares possíveis são utilizadas para aumentar velocidade e potência do golpe desferido. No momento exato do impacto, todo o corpo se fecha. A arma natural, apoiado por este espetacular conjunto de movimentos transfere para o alvo uma poderosa e destruidora energia. Tudo acontece em uma fração de segundos. Assim, quem assiste o oponente cair, não saberá descrever o que o atingiu. Tal é a velocidade e o poderio de um ATEMI aplicado no tempo, na técnica e no ponto vital certo.

 Atemi É um golpe traumático extremamente forte e preciso. Destaca-se claramente ao atingir o agressor. Pode causar; dor profunda, desmaio ou síncope mortal. Paralisia parcial momentânea ou permanente. ATEMIS são desferidos com uma das armas naturais do corpo humano (cabeça, ombros, cotovelos, joelhos, punhos ou pés). Sempre após desvios e esquivas onde o agressor golpeia o vazio chocandose contra um único e fulminante contragolpe. 

EnsinamentosA vida moderna nos leva a uma rotina lamentável. Nos afasta do primitivo. Nos torna fracos e artificiais. Vivemos de aparências. Cada vez precisamos de mais. Mais tempo, mais dinheiro, mais festas E gastamos grande parte do nosso tempo atrás desses desejos.

  Devemos voltar ao mundo dos sentidos onde conseguimos ver beleza e perfeição nas coisas simples além da emaranhada complexidade. Devemos ver claramente a realidade nua. Ver as coisas como elas realmente são. O bom senso nos aconselha a voltar os olhos para o nosso interior. Devemos retomar nossa densidade. Como os arqueiros Samurais, precisamos de um combate profundo de longo alcance com nós mesmos.

       "Vence a ti primeiro e vencerás o mundo".

Você é seu maior inimigo! 

    A prática do Atemi Jitsu nos leva a recobrar essa densidade. A princípio, os treinamentos serão repetitivos e mecânicos e levará ao aumento da força muscular. Depois os reflexos serão apurados. Com a persistência virão o aumento da visão periférica e das percepções, a capacidade de prever ações e reações do oponente.

   Mas, a grande conquista do mestre é a do aluno conseguir levar o ATEMI para a sua vida. Sua conduta de vida fazendo-o não temer os fortes e a afastarse dos arrogantes e pobres de espírito. O combate ser o último recurso. Conciliar o que puder ser conciliado. Se você tem uma arma poderosa por que usa  lá? 

"Contenho o espírito de agressão. Luto apoiado na razão".

 

Pedra da Gávea - Uma Esfinge no Brasil...

Instituto de Pesquisas Psíquicas Imagick
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Pedra da Gávea - Uma Esfinge no Brasil...

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O batismo dessa montanha rochosa como Pedra da Gávea remonta à épica expedição do capitão português Gaspar de Lemos, iniciada em 1501, de que participou igualmente Américo Vespúcio, e na qual também o Rio de Janeiro recebeu sua denominação. Foi a primeira montanha carioca a ser batizada com um nome em português, após ter sido avistada, no primeiro dia de janeiro de 1502 pelos seus marujos, que reconheceram em sua silhueta o formato de um cesto de gávea, dando origem ao termo usado para toda a região da Gávea Pequena e para o atual bairro da Gávea.
 
A imensa rocha e em seu topo a Pedra da Gávea v
ista da Praia de San Conrado.

No alto de uma montanha costeira, esta escultura enorme e em grande parte desconhecida de um rosto lembra antigos exploradores da Esfinge de GIZÉ, no Egito. Inscrições misteriosas dão indícios de uma língua extinta. Isso poderia ser uma conexão para o passado esquecido do BRASIL e seus longínquos visitantes? Entre São Conrado e a Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, essa montanha já lendária com o rosto de um antigo gigante se eleva a 842 metros acima do nível do mar. Quando o Brasil foi descoberto, exploradores portugueses deram a rocha o nome de Pedra da Gávea , porque era como um observatório perfeito para as recém chegadas caravelas portuguesas (as embarcações utilizadas por eles para cruzar o oceano e chegar ao continente sulamericano). 

Mas a Pedra da Gávea, uma enorme rocha cercada por vegetação nativa exuberante, tem atraído tanto a atenção do público assim como de pesquisadores e historiadores ao longo dos séculos. Sua face parece uma figura esculpida, e existem inscrições antigas em um de seus lados que não poderiam ter sido feitas pela natureza. As origens dessas esculturas foram discutidas ao longo dos anos, mas ninguém ainda pode “provar” quem as fez e por quê.
 

A teoria de uma tumba fenícia:
De acordo com Pedro Lacaz do Amaral, um experiente guia alpinista do Live to Climb que escalou a rocha várias vezes, ela supostamente seria o lugar do enterro de um rei fenício. Para apoiar esta teoria, ele nos enviou recortes de revistas muito respeitáveis e populares e de jornais, que abrangeu as várias tentativas para descobrir a importância e a história real por trás da lenda da Pedra da Gávea. Segundo ele, essa lenda é bem conhecida entre os brasileiros e ele também acha que as gravações não poderiam ter sido feitas pela natureza por si só, como alguns especialistas dizem (ah os especialistas...eruditos, dogmáticos...).
 

Exploração:
Tudo começa no século XIX. Alguns "sinais" do lado da pedra teriam chamado a atenção do imperador D. Pedro I, embora seu pai, D. João VI, então Rei de Portugal, já houvesse recebido um relatório de um padre dizendo-lhe sobre as marcas estranhas, que datariam de antes de 1500 a sua existência, de quando o Brasil foi “descoberto”. Em 1839 uma pesquisa oficial foi feita, e em 23 de março, em sua seção 8 extraordinária, o Instituto Geográfico e Histórico do Brasil decidiu que a Pedra da Gávea deveria ser minuciosamente analisada e ordenou então o estudo local das inscrições do local. Uma pequena comissão foi formada para estudar a rocha, mas cerca de 130 anos depois, O Globo, jornal de grande circulação no Brasil e muito “respeitável”, questionou tal comissão, perguntando se eles realmente escalaram a rocha ou simplesmente estudaram-na usando binóculos. O relatório dado pelo grupo de pesquisa diz que eles "viram as inscrições e também algumas depressões feitas pela natureza". No entanto, ninguém que vê essas marcas de perto vai concordar que algum tipo de fenômeno natural poderia ter causado a aparição dessas inscrições na rocha bruta.
 

A enorme face que parece esculpida na rocha bruta e as inscrições que se situam na têmpora esquerda da “cabeça” da esfinge (assinalado em amarelo) e com quase 2,5 metros de altura cada uma. São bem visíveis a grande distância.

Após o primeiro relatório, ninguém falou sobre a Pedra da Gávea novamente e oficialmente até 1931, quando um grupo de excursionistas formou uma expedição para encontrar o túmulo do rei fenício que foi coroado em 856 a.C., em Tiro, antiga Fenícia, hoje o LÍBANO. Algumas escavações amadoras foram feitas sem nenhum resultado. Dois anos depois, em 1933, um clube de alpinistas do Rio de Janeiro organizou uma grande expedição com 85 alpinistas, que contou com a participação do Professor Alfredo dos Anjos, um historiador que deu uma palestra "in loco" sobre a "Cabeça do Imperador" e as suas possíveis origens.
 

LAABHTEJ    BAR    RIZDAB    NAISINEOF    RUZT 
TZUR FOENISIAN BADZIR RAB JETHBAAL

A inscrição, encontrada na “cabeça” da Pedra da Gávea escrita em fenício arcaico, cuja tradução lida da direita para a esquerda diz: 
 

“Tyro Phenicia Badezir Primogênito de Jethbaal”

Em 20 de janeiro de 1937 aquele mesmo clube organizou outra expedição, desta vez com um maior número de participantes, com o objetivo de explorar a face e os olhos da cabeça de cima para baixo, usando cordas. Essa foi a primeira vez que alguém explorou aquela parte da rocha depois dos fenícios, se a lenda for verdadeira. Em 1946, de acordo com um artigo escrito em 1956, o Centro de Excursionistas Brasileiros conquistaram a orelha direita da cabeça, que está localizada em uma inclinação de 80 graus do solo e em um lugar muito difícil de alcançar. Qualquer contratempo e seria uma queda de 20 metros, uma queda fatal livre para os escaladores. Esta primeira escalada do lado ocidental, embora quase vertical, foi feita virtualmente "à unha". Há, na orelha direita, uma entrada de uma gruta, e que leva a uma caverna longa e muito estreita na largura que percorre todo o seu caminho até o outro lado da Pedra da Gávea.

Em 1972, escaladores da "Equipe Neblina" escalaram o "Paredão do Escaravelho", a parede do lado leste da cabeça, e cruzou com as inscrições fenícias, que ficam há cerca de 30 metros abaixo do topo da cabeça, de um modo muito difícil de se alcançar o lugar das inscrições. Embora o Rio de Janeiro tenha uma alta taxa anual de chuvas, as inscrições ainda estavam quase intactas. Em 1963 um arqueologista e professor com habilidade científica chamado Bernardo A. Silva Ramos traduziu as inscrições como:
 

LAABHTEJ BAR RIZDAB NAISINEOF RUZT

Lido da direita para à esquerda (assim como no árabe e no hebreu atual se lê da direita para à esquerda):
 

TZUR FOENISIAN BADZIR RAB JETHBAAL

Que traduzido significa:

Tyro Phoenicia Badezir Primogênito de Jethbaal.

 

Mais alguns fatos que levaram à muitas histórias sobre a rocha:

- A aparência da grande cabeça com os dois olhos (não muito profundos e sem comunicação entre eles) e as orelhas, e o local de um nariz; 
- As pedras enormes no topo da cabeça que se assemelham a uma espécie de coroa ou adorno; 
- Uma cavidade enorme na forma de um portal no norte-leste parte da cabeça que é de 15 metros de altura, 7 metros de largura e 2 metros de profundidade; 
- Um observatório na parte Sudeste como um dólmen, contendo algumas gravuras; 
- Um ponto culminante como uma pequena pirâmide feita de um único bloco de pedra no topo da cabeça; 
- As famosas e controversos inscrições no lado da rocha; 
- Algumas outras inscrições pequenas se assemelham a cobras, raios de sol e etc, localizados em todo o topo da montanha; 
- O local de um suposto nariz, que teria caído há muito tempo.

Roldão Pires Brandão, o presidente da Associação Brasileira de Espeleologia e Pesquisa Arqueológica no Rio e um dos muitos fãs da Pedra declarou: "É uma esfinge gravada em granito pelos fenícios, que tem a cara de um homem e o corpo de um animal deitado. A cauda deve ter caído por causa da ação do tempo. A rocha, vista de longe, tem a grandeza dos monumentos faraônicos e reproduz, em um de seus lados, a face severa de um patriarca". (O Globo)

Sabe-se hoje com UM FATO HISTÓRICO DOCUMENTADO que em torno de 856 a.C., Badezir ocupou o lugar do seu pai no trono de Tyro, na Fenícia, hoje o Líbano. É a Pedra da Gávea o túmulo deste rei? A imagem à seguir mostra com o que a esfinge teria se parecido quando ela foi feita.
 

Outros sítios arqueológicos foram encontrados em Niterói, Campos e Tijuca que sugerem que os fenícios de fato, a cerca de três mil anos atrás, eles por lá perambularam também. Em uma ilha na costa da Paraíba, outro estado do Brasil muito longe do Rio, pedras ciclópicas e ruínas de uma antiga construção com quartos enormes, corredores e passagens extensas foi encontrado. 

Segundo alguns especialistas, as ruínas seriam de construções de uma relíquia deixada pelos fenícios, apesar de existirem pessoas que contestam as conclusões desse tipo. Robert Frank Marx, um arqueólogo americano interessado em descobrir indícios de navegação pré-colombiana no Brasil, iniciou em 1982 uma série de mergulhos na baía da Guanabara à procura de restos de barcos antigos. 

Sobre esta pesquisa do Arqueólogo, Robert F. Marx, O Globo publicou:
Buscando provas da navegação précolombiana no Brasil, e sugerindo que um navio fenício pode ter naufragado na baía de Guanabara, o arqueólogo americano Robert Frank Marx iniciou uma série de mergulhos na referida baía, para tentar descobrir embarcações fenícias naufragadas e provar, assim, que o Brasil e sua costa foram visitados em um passado muito remoto, pelos barcos dessa civilização semita do Oriente Médio, os fenícios de Tiro e Sidon. Não encontrou o navio afundado, mas descobriu algo muito interessante: ânforas (vasos) e outras peças fenícias! 
 

O caso da descoberta dessas ânforas fenícias no leito da baía de Guanabara sempre foi tratado com o maior sigilo e sua descoberta foi revelada somente em 1978, com vagas informações.  O nome do mergulhador que encontrou as três ânforas, junto com outras 12 peças arqueológicas, foi revelado, após a conferência do Museu da Marinha, pelo presidente da Associação Profissional de Atividades Subaquáticas, Raul Cerqueira. Trata-se do mergulhador José Roberto Teixeira, membro da associação que ficou com uma ânfora e entregou as outras à Marinha. O cabo José Tadeu Cabral, que tem mestrado em Arqueologia Pré-Histórica e trabalha no Museu da Marinha, disse que as peças, com capacidade para 36 litros, estão guardadas pelo Governo brasileiro, em um local sigiloso. Afirmou o jornal  “O GLOBO”, em notícia publicada em 23 de setembro de 1982.
 
 

Vista da Pedra da Gávea de outro marco do litoral carioca: O morro “Dois Irmãos” e à sua esquerda a Favela da Rocinha.

SHAMBALAH:

A capital da AGHARTA, um vasto império subterrâneo que, de acordo com seus adeptos, teria milhões de habitantes em várias cidades subterrâneas espalhadas pelo planeta. Alguns adeptos sustentam que este mundo subterrâneo tem compartimentos secretos dentro da base da pirâmide na Planície de GIZÉ, nas grandes pirâmides, notadamente naquela atribuída a sua construção à Quéops (a grande pirâmide do Egito. De acordo com as mesmas pessoas, há três entradas para Agharta localizadas no Brasil:

Sete Cidades do Piauí, Serra do Roncador (Na SERRA AZUL, em BARRA DO GARÇAS, MT) e outra na Pedra da Gávea (RJ)

O "portal" encontrado no lado esquerdo da Pedra da Gávea, que pode ser visto a partir de 800 metros abaixo poderia ser a entrada para o mundo subterrâneo de AGHARTA/SHAMBALA. Há histórias sobre alpinistas que vêem luzes saindo das lacunas em torno das bordas de dentro da grande porta do suposto portal que bloquearia o acesso para o reino de AGHARTA.
 

O "portal" encontrado no lado esquerdo da Pedra da Gávea, uma "entrada" dimensional para um mundo subterrâneo, o Reino de Agharta.
 

A Escadaria ascendente:
Existiria uma gruta tipo sifão na parte onde o maciço rochoso toca o mar, com a parte abobadada acima do mar e com ventilação natural, onde se poderia encontrar uma escadaria em sentido ascencional, que segundo consta, levaria para cima e ao interior da Pedra. O caso mais conhecido referente a esta escadaria é o de dois rapazes que faziam caça submarina e ao encontrarem a entrada para esta gruta, resolveram entrar. Decidiram subir os degraus da escadaria e a última coisa de que se lembram é de terem perdido os sentidos. Quando acordaram, estavam no topo da pedra a 842 metros de altitude.

Mitologia persa
Segundo a mitologia sagrada da antiga cultura PERSA (hoje o IRÃ), há quatro estrelas guardiãs no céu sobre os pontos cardeais da Terra e a Pedra da Gávea é protegido por elas:

Aldebaran, na Constelação do Touro – Leste; Fomalhaut, na Constelação de Piscis Austrinos – Sul; Regulus, na Constelação de Leão – Norte e Antares, na Constelação de Escorpião - Oeste .Alguns dizem que a rocha é protegida por poderes cósmicos independentes que não pertencem nem ao divino nem as forças do mal conhecidos dos homens. Em 1937, dois cientistas foram submetidos à uma análise clínica depois de passar uma noite na pedra, onde eles juram ter visto uma estranha luz verde saindo das lacunas de todo o portal, de onde viram muitas estátuas humanas dentro. 

Todas essas teorias, e o fato de que a rocha é campeã em número de mortes entre os escaladores, suscitaram suspeitas de que a tumba do rei fenício com todos os seus tesouros realmente pode estar dentro dela. A taxa de mortalidade, que é explicada pela falta total de precaução de alpinistas amadores, seria o número de vítimas da maldição colocada sobre aqueles que ousam violar o local do enterro do Rei Fenício.
 

Conclusão:
Embora não haja evidências sólidas de que a rocha é de fato um antigo marco sagrado de algum tipo, ou um monumento arqueológico, há muitas partes dela que merecem um estudo mais detalhado, a Pedra da Gávea permanece como um lugar para caminhantes, andarilhos e alpinistas, e às vezes como um esconderijo para bandidos. Mas sem dúvida é um dos mais belos panoramas do Rio de Janeiro e do Brasil, é um privilégio daqueles que ousam desafiar a gravidade. Se foi uma vez o túmulo de Badezir ou a entrada para Agharta, hoje é só mais um outro local para Eco-turistas, e um lugar ainda não tão bem explorado. Mas o mistério da pedra sempre será parte da vida dos cariocas. Sempre haverá alguém para perguntar:

- Quem seriam os autores de um monumento tão grandioso? 
- Por que eles o construíram? 
- Seriam o mesmo povo que esculpiu as Linhas de Nazca no Peru? 
- Ou construíram os muros e calçadas ciclópicos  submersoss de Bimini, nas Bahamas? 
- Será que os construtores foram os fenícios? 
- Se sim, como eles conseguiram atravessar os mares e o oceano Atlântico para chegar até aqui há três mil anos em nosso passado?
 

O mistério permanece, enquanto a face de um gigante escondido dando às costas para o nascer do sol, como se à espera de alguém ou do início de uma nova era para desvendar seus segredos. Algum voluntário? Muito obrigado a Pedro Lacaz do Amaral, que nos enviou todo o material escrito utilizado como referência para este artigo, muitas fotos bonitas do local e seus arredores, e para o Live In Rio.
 

Sobreposição de uma esfinge dos templos assírios/babilônicos, o touro alado com cabeça humana, sobreposta à Pedra da Gávea
 

Este texto foi anexado como uma grande evidência da capacidade (descrita em vários textos antigos e em alguns dos livros da Bíblia) que os povos semitas antigos (entre eles os fenícios) tinham de navegarem pelos oceanos do planeta já há mais de três mil anos, pois se assim não fosse possível como e por quem foram feitos tantos registros em antigos escritos em hebraico/aramaico antigo espalhados pelas Américas, norte, central e do sul? A história moderna e os “eruditos” que defendem o paradigma atual dos descobrimentos feitos pelos portugueses e espanhóis se calam perante todas essas evidências com valor histórico e científico, caso contrario TODA A HISTORIA DO NOVO MUNDO TERIA QUE SER REESCRITA e a verdade a respeito de nossa atual civilização teria que ser revista. 


BOMBEIROS COMEMORAM RESGATE DE MÃE E FILHO EM CURICICA

 

Aplaudidos pelas pessoas que acompanhavam, tensas, o trabalho de resgate num prédio que desabou, no início da manhã desta segunda-feira, em Curicica, na Zona Oeste do Rio, bombeiros comemoraram após mãe e filho serem retirados dos escombros. Os agentes — que passaram cerca de quatro horas e meia tentando retirar Raiane Silva Martins, de 21 anos, e Nicolás, de 3, das ruínas — se abraçaram, emocionados.

 

A emoção dos bombeiros

 

A emoção dos bombeiros Foto: Gabriel Paiva / Agência O Globo

 

Raiane e o menino deixaram o local de maca e com mantas térmicas. Mãe e filho foram encaminhados para o Hospital municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, também na Zona Oeste. De acordo com a Secretaria de Saúde, ambos estão lúcidos e passam por atendimento.

Um áudio revela o desespero de Raiana ao pedir socorro para ela e o filho:

 

 
 
 
 
 
 
 
00:00/00:26
 
 
 
 

 

O desabamento ocorreu às 6h30. Bombeiros foram acionados às 6h43, informou o comandante Rodrigo Bastos, chefe do Grupamento de Busca e Salvamento. De acordo com ele, oxigênio dentro da casa.

 

O resgate de mãe e filho durou mais de quatro horasO resgate de mãe e filho durou mais de quatro horas Foto: Gabriel Paiva / Agência O Globo

 

O imóvel é um prédio de três andares. Mãe e filho estariam no primeiro andar da construção no momento do desabamento. Desde o início da operação, Raiane e Nicolás estavam se comunicando com os bombeiros para facilitar o resgate.

O imóvel fica às margens do Rio Guerenguê. As paredes da casa ficaram com grandes rachaduras após o desabamento. Além disso, imóveis que ficam ao redor também correm risco. Equipes da PM e da Guarda Municipal também participam da ação.

FONTE: https://extra.globo.com/noticias/rio/bombeiros-comemoram-resgate-de-mae-filho-em-curicica-fotos-23871343.html?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=Extra

8º FESTIVAL CULTURAL DE PENEDO-MG 02-03-04 AGOSTO 2019

 

 Confira video com a programacao do evendo www.penedomg.com.br ou https://www.youtube.com/watch?v=qjIbdu3lx5Y

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